quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Plano energético das Minas Gerais dá bons resultados

O Programa de Gestão Energética Estadual (PGEE), implantado pelo Governo de Minas em 2004, gerou uma economia de R$ 5,1 milhões no custo da energia elétrica consumida em 22 prédios públicos estaduais, nos últimos três anos. Coordenado pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão, o programa tem o objetivo de racionalizar o consumo de energia elétrica nos órgãos e entidades do Poder Executivo Estadual. Busca, ainda, a eficientização de centros de consumo em prédios públicos estaduais, utilizando recursos realizados através da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

Para alcançar essa economia no custo da energia, além dos investimentos em melhorias, as Comissões Internas de Conservação de Energia (CICEs) realizaram revisões dos contratos de fornecimento de energia, modulações de carga e reeducação comportamental de servidores desses prédios. Na política de gestão adotada pelo PGEE, é a própria unidade que decide o quanto irá pagar pelo insumo energia elétrica e não a concessionária de energia. Esse controle do preço só é possível através do conhecimento dos diversos aspectos que envolvem o setor energético, ou seja, deixa de ser apenas uma questão de consumir e pagar.

Em um único prédio, a sede do Departamento de Estradas e Rodagens (DER), a economia chegou a R$ 1 milhão. Outras medidas que também contribuíram para esse resultado foram o treinamento dos servidores que integraram a Comissão Interna de Conservação de Energia e o controle do horário de uso dos equipamentos elétricos, diminuindo o consumo e controlando a demanda. Como forma de reconhecimento pela diminuição do consumo de energia, o prédio recebeu da Cemig R$ 278 mil para a melhoria do sistema de iluminação.

Outra unidade do DER que também obteve resultado positivo foi a regional de Juiz de Fora (30º CRG - DER) que apresentou uma economia de cerca de 65% do gasto com energia elétrica nos últimos três anos.

No Hospital João XVIII, foi gerada uma economia de R$ 626 mil e investidos R$ 313 mil em iluminação e R$ 100,9 mil na instalação de equipamentos de aquecimento de água por energia solar para o setor de atendimento de queimados.

in Correio de Uberlândia

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