São Tomé investe em energia eólica
São Tomé e Príncipe vai produzir energia eléctrica através de eólicas com apoio técnico da Alemanha, anunciou terça-feira em São Tomé o ministro são-tomense dos Recursos Naturais, Manuel Deus Lima.
Deus Lima disse que a introdução do novo sistema de produção de electricidade por correntes do vento contará com a assistência técnica de um grupo alemão na base de um estudo preliminar realizado pelas autoridades energéticas do arquipélago.
O projecto previsto ainda para este ano será lançado, numa primeira fase, no distrito de Cauê, situado a 90 quilómetros da capital de São Tomé e Príncipe numa previsão de geração estimada em dois megawatts.
“Há condições climatéricas suficiente para sustentar este tipo de exploração energética face aos altos custos do sistema térmico”, disse Deus Lima.
O projecto visa, essencialmente, a redução de custos de produção de energia por sistema térmico devido à subida de preço de combustíveis, a melhoria da qualidade do produto, anulação de cortes constantes da luz eléctrica, bem como combate a poluição do meio-ambiente.
A Empresa de Água e Electricidade, Emae, controlada pelo governo, através do ministério dos Recursos Naturais, é a única produtora e distribuidora de energia no arquipélago, onde se têm registado sucessivas crises energéticas marcadas por cortes constantes e a má qualidade de fornecimento.
Estima-se que numa procura energética de 15 megawatts em São Tomé e Príncipe, a Emae tem capacidade para fornecer somente 12 megawatts, sendo 80 por cento na base centrais térmicas e os restante 20 por cento em hidroeléctrica sustentado pelos rios Contador e GuèGué.
in MacauHub
Deus Lima disse que a introdução do novo sistema de produção de electricidade por correntes do vento contará com a assistência técnica de um grupo alemão na base de um estudo preliminar realizado pelas autoridades energéticas do arquipélago.
O projecto previsto ainda para este ano será lançado, numa primeira fase, no distrito de Cauê, situado a 90 quilómetros da capital de São Tomé e Príncipe numa previsão de geração estimada em dois megawatts.
“Há condições climatéricas suficiente para sustentar este tipo de exploração energética face aos altos custos do sistema térmico”, disse Deus Lima.
O projecto visa, essencialmente, a redução de custos de produção de energia por sistema térmico devido à subida de preço de combustíveis, a melhoria da qualidade do produto, anulação de cortes constantes da luz eléctrica, bem como combate a poluição do meio-ambiente.
A Empresa de Água e Electricidade, Emae, controlada pelo governo, através do ministério dos Recursos Naturais, é a única produtora e distribuidora de energia no arquipélago, onde se têm registado sucessivas crises energéticas marcadas por cortes constantes e a má qualidade de fornecimento.
Estima-se que numa procura energética de 15 megawatts em São Tomé e Príncipe, a Emae tem capacidade para fornecer somente 12 megawatts, sendo 80 por cento na base centrais térmicas e os restante 20 por cento em hidroeléctrica sustentado pelos rios Contador e GuèGué.
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Etiquetas: eólica
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