sábado, 14 de julho de 2007

Sardinha assada ao sol

A comida confeccionada com a energia solar vai ser promovida hoje no Algarve durante o IV Encontro de Cozinhas Solares (Ecosol) e o objectivo é demonstrar à população como cozinhar com recurso a energias renováveis.
Uma panela preta e uma espécie de reflectores para captar o calor do sol e fazer ricochete em direcção ao recipiente de metal são os utensílios culinários necessários para conseguir confeccionar uma feijoada, um frango estufado ou maçãs cozidas, apenas com energia solar. “Divulgar a cozinha solar é a melhor forma de divulgar as energias renováveis e de sensibilizar a população mais céptica, porque provam a comida e acreditam que é possível”, explica Celestino Ruivo, mentor dos encontros Ecosol e professor de engenharia mecânica na Escola Superior de Tecnologia da Universidade do Algarve. Existem vários modelos para cozinhar com o sol, como o forno, mas os portáteis com os painéis são os mais indicados para usar em casa, na praia ou num piquenique”, refere o especialista, observando que “Algarve e Alentejo têm condições excepcionais para utilizar a cozinha solar”.
Sardinha assada na telha acompanhada com saladas, camarão tigre, frango estufado, café, banana algarvia frita com açúcar e um bolo para celebrar o IV Ecosol é a ementa do almoço de sábado no Campus da Penha, Universidade do Algarve e que conta com a presença de 30 inscrições e respectivas cozinhas. “O que se pretende é fomentar a troca de experiências entre pessoas que usem estes equipamentos no seu quotidiano doméstico”, conta Celestino Ruivo, fundador da recém criada Associação Internacional de Cozinhas Solares.

in Primeiro de Janeiro

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